O CONFE – Conselho Federal de Estatística foi criado, juntamente, com os Conselhos Regionais de Estatística, pela Lei nº 4.739, de 15 de julho de 1965. Essa Lei, que dispõe sobre a profissão de Estatístico, criou o CONFE e os Conselhos Regionais de Estatística, com a incumbência de fiscalizar o exercício da profissão.

O Decreto nº 62.497, de 1 de abril de 1968, aprovando o Regulamento para o exercício da profissão de Estatístico, atribuiu ao CONFE a supervisão da fiscalização do exercício profissional pelo competente Conselho Regional, além da orientação e disciplina do exercício profissional, e, da contribuição para o aprimoramento da Estatística em todo o Território Nacional, sendo também órgão consultivo do Governo no que se refere ao exercício e aos interesses profissionais do Estatístico.

O CONFE, com a participação dos Conselhos Regionais, deve atuar em íntima colaboração com os órgãos da administração pública, autárquica, paraestatal e de economia mista, inclusive bancos em que forem acionistas os Governos Federal, Estadual ou Municipal, nas empresas privadas e nas empresas sob intervenção governamental, ou nas concessionárias de serviço público, visando garantir que o exercício de função circunscrita à profissão de Estatístico, inclusive o magistério das disciplinas de Estatística constante dos currículos dos cursos dessa natureza em estabelecimentos oficiais ou reconhecidos, seja executada por profissional regularmente inscrito nos Conselhos Regional e Federal de Estatística.

 O Conselho Regional de Estatística da 5ª Região (CONRE-5), com sede em Salvador, abrange os estados de Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Foi constituído pelo Conselho Federal de Estatística (CONFE) em 1968 através da RESOLUÇÃO CONFE Nº 002, DE 2 DE AGOSTO DE 1968.

 Dentre os principais objetivos dos CONREs estão:

  1. fiscalizar e disciplinar o exercício da profissão de estatístico;
  2. organizar e manter atualizada a lista de profissionais e empresas devidamente registrados;
  3. zelar pela observância do nosso Código de Ética Profissional;
  4. colaborar com os órgãos públicos, privados e entidades da classe, no encaminhamento e solução dos problemas da estatística brasileira e dos de interesse da profissão;
  5. colaborar com o CONFE no sentido da divulgação das modernas técnicas da Estatística nos diversos setores da atividade nacional, promovendo estudos e campanhas em prol de sua racionalização no País.

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